Se o ACM estivesse entre nôs, hoje 4 de setembro, dia do seu aniversário de nascimento, teríamos alvorada no bairro da Graça, Missa na Igreja do Senhor do Bonfim, e um almoço cheio de personalidades no apê do cabeça branca. Um dia de deliciosas lembranças. Uma data de vários gestos de paixão, inúmeros abraços de fãs, bilhetes carinhosos, banhos de alfazema e muitos presentes.
Saudades! Sim... Tristeza! Para quê?... Foi tão marcante a vida de ACM em minhas memórias que quero festejar a data com alegria de ter podido vivenciar esses momentos inesquecíveis. Ele deixou uma história, não só na política, mas também nas artes, no sincretismo religioso, e na sua família.
Ah! ACM, um homem de pulso, polemico, destemido. U m líder nato: Amado por uns e odiados por outros. Um baiano que amava sua terra!
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